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O verdadeiro ‘roubo’

Eu, particularmente e sei que dentro de uma minoria esmagadora, não acho que um erro em um pênalti dado ou não dado muda o rumo completo de uma partida.

22/11/2019 às 06:30

Amigos, acompanhando ao jogo entre América e Vitória na última semana, algo me alertou: o comportamento da arbitragem. Há erros e erros. Eu, particularmente e sei que dentro de uma minoria esmagadora, não acho que um erro em um pênalti dado ou não dado muda o rumo completo de uma partida. Vou me explicar. 

Encaro que muito do nosso psicológico é construído pelo ambiente que estamos inseridos. E quando falamos ao jogador que ele acabou de sofrer um pênalti não dado pelo juiz, até mesmo involuntariamente ele tira de seus pés a responsabilidade pelo que virá no restante da partida. E o que temos que trabalhar é o emocional do atleta para dar a si o poder de decisão. 

Por outro lado, acho que constantes erros da arbitragem em faltas bobas e cartões podem, sim, mudar o rumo da partida. E por não serem em lances agravados, nem sempre são alarmados. E são esses lances que, para mim, têm segurado [se é que algo atrapalhe] a arrancada do América rumo à Série A do Campeonato Brasileiro. 

São faltas no grito adversário, inversão de batidas, paradas em contra-ataques, entre outros apitos bestas. O time vai sendo podado constantemente. É num todo como aquela falta de ‘beliscão no calcanhar’. O cara sai com a bola e vem o adversário ‘raspando’ o calcanhar para desequilibrar. Quando é na prática, a gente vê a queda ali, instantaneamente. Mas quando é na teoria, como no caso da arbitragem que tenho dito, a gente pode ver, por exemplo, como a derrocada na luta pelo acesso. E não vamos deixar. 

Como diz Nelson Rodrigues, não existe “futebol que se caracteriza por uma implacável honestidade”, mas o América tem pernas e psicológico para ser o protagonista de suas partidas e, no objetivo de retornar à elite, só depende de si. Que a arbitragem não tire suas armaduras. 

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