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Dor crônica prejudica a qualidade de vida, mas melhora com tratamento especializado

Por Aline Campolina/Itatiaia , 29/11/2019 às 10:54
atualizado em: 02/12/2019 às 12:16

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A dor crônica é considerada um problema de saúde pública. Ela atinge mais de um quarto da população adulta, além de crianças, recém-nascidos, adolescentes e idosos, segundo dados da Sociedade Brasileira Para Estudo da Dor (SBED). Nesse cenário, as dores de cabeça, enxaquecas, fibromialgia, de coluna (devido à hérnia de disco e artrose), reumatismo são consideradas as mais comuns.
 
De acordo com Gustavo Márcio Silvino Assunção, clínico de dor da Unimed-BH, a dor crônica é aquela dor que se mantém por um período de três meses ou mais. Quando ela interfere na locomoção, como pés e joelhos, acaba se tornando um fator limitante para a vida. Em sua maioria, a dor crônica é decorrente de doenças que não têm cura. Porém, melhoram com tratamentos adequados.

“Muitas vezes, é necessário tomar medidas não médicas, como por exemplo, assistência psicológica e terapias de reabilitação, uma vez que, por ser crônica, a dor pode afetar o emocional e o psicológico das pessoas, provocando a depressão e diminuindo o interesse por atividades, como exercícios físicos e atividades de lazer”, detalha o médico.
 
As dores crônicas podem influenciar na saúde, tornando a alimentação inadequada. “Esse quadro pode levar às pessoas ao emagrecimento ou ganho de peso, além de favorecer o aparecimento de infecções, o que diminui a qualidade de vida”, afirma o profissional da Unimed-BH .
 
O clínico de dor afirma ainda que existe solução para as dores crônicas. “É importante não só fazer o diagnóstico, mas também estabelecer condições de saúde pública que permitam aos portadores de doenças crônicas terem acesso aos serviços médicos especializados (clínicas de dor), bem como aos centros de reabilitação (fisioterapia, psicoterapia, assistência social)”, diz.

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